A VISÃO MARXISTA QUANTO À EXPLORAÇÃO INFANTIL E OS OBJETIVOS DA OIT EM PREJUÍZO A FORMAÇÃO SOCIAL E EDUCACIONAL

Authors

  • Paulo Joviniano Alvares dos Prazeres
  • Karla Luzia Alvares dos Prazeres

Keywords:

Exploração infantil. Trabalho Infantil. Educação

Abstract

O trabalho infantil é ilegal e priva crianças e adolescentes de uma infância normal, impedindo-os(as) não só de frequentar a escola e estudar normalmente, mas também de desenvolver de maneira saudável todas as suas capacidades e habilidades. Antes de tudo, o trabalho infantil é uma grave violação dos direitos humanos e dos direitos e princípios fundamentais no trabalho, representando uma das principais antíteses do trabalho decente. Na maioria das vezes, o trabalho infantil é causa e efeito da pobreza e da ausência de oportunidades para desenvolver capacidades. Ele impacta o nível de desenvolvimento das nações e, muitas vezes, leva ao trabalho forçado na vida adulta. Por todas essas razões, a eliminação do trabalho infantil é uma das prioridades da OIT.

Author Biographies

Paulo Joviniano Alvares dos Prazeres

Doutorando em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco – UNICAP, Doutorando em Ciências Contábeis e Administração pela FUCAPE Business School, Doutorando em Educação pela Universidad Autonoma de Assunção – UAA, Mestre em Direito pela Faculdade Damas da Instrução Crista – FADIC, Mestre em Ciências da Religião pela Faculdade Unida de Vitoria – FUV, Tabelião e Oficial de Registro, Professor Universitário.

Karla Luzia Alvares dos Prazeres

Doutoranda em Direito pela Universidade Estácio de Sa – UNESA, Mestra em Direito pela Faculdade Damas da Instrução Crista – FADIC, Mestranda em Direito Internacional pela Universidad Autonoma de Assunção – UAA, Tabeliã e Oficiala de Registro, Professora Universitária.

Published

2022-01-13

How to Cite

Prazeres, P. J. A. dos, & Prazeres, K. L. A. dos. (2022). A VISÃO MARXISTA QUANTO À EXPLORAÇÃO INFANTIL E OS OBJETIVOS DA OIT EM PREJUÍZO A FORMAÇÃO SOCIAL E EDUCACIONAL. Revista Contemporânea, 1(3), 212–225. Retrieved from https://ojs.revistacontemporanea.com/ojs/index.php/home/article/view/74

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Section

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