THE LEGACY OF MACHADO DE ASSIS

Authors

  • Natalia Borges da Costa

DOI:

https://doi.org/10.56083/RCV3N8-065

Keywords:

Machado, Literature, Social Injustices, Social Criticism, Realism

Abstract

The theme proposed in this Article is: ‘The Legacy of Machado de Assis.’ The development of this Article took place under the qualitative methodology with bibliographic, qualitative, referential, interpretive, descriptive and critical-dialectical methods. Reflecting on Machado is the main objective of this Article, considering the importance of Machado de Assis: one of the greatest names in Brazilian Literature, if not the greatest. Joaquim Maria Machado de Assis is the main author of Realism in Brazil: he is considered the biggest name in the movement in this country. In fact, he is considered the introducer of Realism in Brazil, with the publication of ‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’ (1881). The Legacy of Machado de Assis helped immensely in the building of the Brazilian Literary Critique. Initially I will deal with Some Critics by Machado; later I will talk about The PostMachado Literature; and then I will weave my Final Considerations. I hope the academic environment will receive a good contribution, both practical and theoretical, by carrying out my analyses.

References

AMADO, Jorge. (1988). Capitães da Areia. 92ª edição. Rio de Janeiro: Editora Record.

AMADO, Jorge. (1971). Terras do sem fim. São Paulo: Martins.

AMORA, Antônio Soares. (1967). A Literatura Brasileira – O Romantismo. São Paulo: Cultrix, v. II.

AMORA, Antônio Soares. (1967). O Romantismo (1833/1838–1878/1881). São Paulo: Cultrix.

ANDRADE, Carlos Drummond de. (2002). Poesia Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar.

ANDRADE, Mário de. (1942). O Movimento Modernista. Rio de Janeiro: Casa do Estudante do Brasil.

ANDRADE, Oswald de. (1976). O manifesto antropófago. In: TELES, Gilberto Mendonça. Vanguarda européia e modernismo brasileiro: apresentação e crítica dos principais manifestos vanguardistas. 3ª ed. Petrópolis: Vozes; Brasília: INL.

ASSIS, Machado de. (1993). A Igreja do Diabo. E: FILHO, Domício Proença: Os melhores contos de Machado de Assis. 8ª ed; São Paulo Global.

ASSIS, Machado de. (1994). Obra Completa, Rio de Janeiro: Nova Aguillar.

ASSIS, Machado. (2015). Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar.

ATAÍDE, Tristão de. (1948). Primeiros estudos. Contribuição à História do Modernismo. O Pré-Modernismo. Rio de Janeiro: Agir.

ÁVILA, Affonso. (1975). O Modernismo. São Paulo: Perspectiva.

BANDEIRA, Manuel. (1949). Antologia dos Poetas Brasileiros da Fase Romântica. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro.

BERNARDINI, Aurora Fornoni. (1980). O Futurismo Italiano. São Paulo: Perspectiva.

BOAVENTURA, Maria Eugênia. (2000). A Semana de arte moderna vista por seus contemporâneos. São Paulo: Edusp.

BOSI, Alfredo. (1966). O Pré-Modernismo. São Paulo: Cultrix.

CÁNEPA, L. L. (2008). Expressionismo Alemão. In: MASCARELLO, F. História do cinema Mundial. Campinas: Papirus.

CARDINAL, R. (1988). O Expressionismo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.

CARVALHO, Aderbal de. (1894). O Naturalismo no Brasil. São Luís do Maranhão: J. Ramos.

COUTINHO, Afrânio. (1994). Estudo Crítico. Machado de Assis na Literatura Brasileira. In: Obra completa de Machado de Assis. Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar.

FERREIRA, M.C. (1949). O Indianismo na Literatura romântica Brasileira. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional.

KANT, Immanuel. (2008). Crítica da Faculdade do Juízo. Trad. Valério Rohden e Antônio Marques. 2. Ed - Rio de Janeiro: Forense Universitária.

KANT, Immanuel. (2005). Fundamentação da metafísica dos costumes. Tradução Paulo Quintela. Lisboa: Edições 70.

MARTINS, Bruno Guimarães. (2009). Sinto, logo existo. Real e verdade na experiência contemporânea. Trabalho apresentado ao Grupo de Trabalho “Estéticas da comunicação”, do XVIII Encontro da Compós, na PUC-MG, Belo Horizonte, MG.

MEIRELES, Cecília. (1983). Flor de poemas. 8. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.

MORAES, Vinicius de. (2004). Poesia completa e prosa. 4a ed., Rio de Janeiro, Nova Aguilar.

PACHECO, João. (1963). O Realismo (1870-1900). São Paulo: Cultrix.

PLATÃO. (2001). República. Tradução Maria Helena da Rocha Pereira. 9. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbbenkian.

QUEIROZ, Rachel de. (2006). O Quinze. 82ª. Ed. Rio de Janeiro: José Olympio.

RAMOS, Graciliano. (1969). Vidas secas. 23. ed. São Paulo: Martins.

ROMERO, Sílvio. (1882). O Naturalismo em Literatura. São Paulo: Tipografia da Província.

SALGADO, Plínio. (1927). A questão da Anta. Correio Paulistano, p. 3, 23 jan.

SODRÉ, Nelson Werneck. (1965). O Naturalismo no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.

TANAH COMPLETO. (2018). TANAH. Hebraico e Português. Editora e Livraria Sêfer Ltda.

VERISSIMO, Erico. (1978). O Tempo e o Vento. O Continente. Globo: Porto Alegre.

Downloads

Published

2023-08-10

How to Cite

da Costa, N. B. (2023). THE LEGACY OF MACHADO DE ASSIS. Revista Contemporânea, 3(8), 11130–11143. https://doi.org/10.56083/RCV3N8-065

Issue

Section

Articles